Notícia meio antiga, mas eu fiquei sabendo só ontem.
O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região negou provimento ao Recurso Ordinário que um pastor interpôs em face de uma sentença que julgou a improcedência de seu pedido de vínculo com uma entidade que reúne igrejas evangélicas de Santos - SP.
Vou colocar a fonte da notícia ao final para quem quiser ler a íntegra, mas vou me abster de detalhes muito técnicos (já dizia o poeta: "sou técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica").
Resumo da ópera: um certo pastor de uma igreja evangélica entrou na Justiça do Trabalho pedindo vínculo empregatício e as verbas decorrentes desse vínculo. O juízo de primeira instância julgou sua ação improcedente, de forma que o pastor recorreu da decisão, mas que foi mantida pelo Tribunal de segunda instância.
A notícia não diz o nome das partes (do pastor ou da igreja), mas é possível descobrir isso dando uma leve fuçada na Internet. Eu mesmo pensei que fosse uma determinada igreja no caso, mas não, é outra, ainda que bem parecida em seu ramo de atividades. É possível descobrir a íntegra da sentença e dos acórdãos também (houve oposição de Embargos de Declaração perante o Tribunal, que também já foram julgados).
Em síntese, o pastor alegou que sua relação com a igreja tinha todos os requisitos necessários para a configuração de um contrato de trabalho (que são a subordinação, a pessoalidade, a onerosidade, a habitualidade, bla bla bla), inclusive com controle de jornada e imposição de metas.
Já os argumentos que julgaram a improcedência dos pedidos do pastor foram que a lei permite a contribuição previdenciária autônoma para padres e pastores, que o sacerdócio é uma vocação e não uma profissão, que a igreja não é uma relação comercial, de merchandising ou de vendas espirituais, mas sim uma opção de vida espiritual e de divulgação da fé.
No caso em tela, se as decisões foram corretas, se o pastor deveria ou não ter entrado com a reclamação, isso eu deixo pra Justiça decidir (aliás, já decidiu). Mas é isso que se deve esperar do sacerdócio? E o lado espiritual dessa "profissão", da função social das igrejas, elas se resumem a "metas"?
Sei lá. Não critico nenhuma religião. Mas o mundo anda bem estranho ultimamente... E 2012 está cada vez mais perto...
Amém.
Fonte: http://www.trt15.jus.br/noticias/noticias/not_20100909_01.html
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sábado, 11 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Motorola Disponibilizará Android 2.2 para o Milestone no Brasil
Acabei de receber um twit da @Motorola_BR dizendo que:
Assim, os pobres usuários brasileiros teriam que ficar com o Android 2.0, ainda que tivessem os mesmo aparelhos que los gringos.
Foi quando uma galera começou a criticar a Motorola, principalmente via Twitter, colocando a hashtag #moto_fail (ou alguma variante, não lembro - e nem vou pesquisar, fode-te ae, se quiser, clique aqui) nos trending topics.
Com isso, a Motorola deve ter visto que era furada não oferecer a atualização e voltou atrás, dizendo que iria avaliar a possibilidade de oferecer a atualização ao sistema operacional mais bacana já criado para celulares até hoje.
E agora parece que a "avaliação" foi positiva: o Android 2.2 vai sair para os usuários do Milestone no primeiro trimestre de 2011.
Só restou uma pergunta:
Prezada Motorola,
E quanto ao Dext? Não vai rolar uma atualização também, não?!
"Agora é oficial: Os usuários do Milestone no Brasil terão a atualização p/ o Android 2.2 e ela estará disponível no 1º trimestre de 2011"Resumindo a ópera, a questão foi assim. Em seu site, a Motorola havia informado que não disponibilizaria o Android 2.2 para os aparelhos do modelo Milestone no Brasil, a despeito do que faria em outros países.
Assim, os pobres usuários brasileiros teriam que ficar com o Android 2.0, ainda que tivessem os mesmo aparelhos que los gringos.
Foi quando uma galera começou a criticar a Motorola, principalmente via Twitter, colocando a hashtag #moto_fail (ou alguma variante, não lembro - e nem vou pesquisar, fode-te ae, se quiser, clique aqui) nos trending topics.
Com isso, a Motorola deve ter visto que era furada não oferecer a atualização e voltou atrás, dizendo que iria avaliar a possibilidade de oferecer a atualização ao sistema operacional mais bacana já criado para celulares até hoje.
E agora parece que a "avaliação" foi positiva: o Android 2.2 vai sair para os usuários do Milestone no primeiro trimestre de 2011.
Só restou uma pergunta:
Prezada Motorola,
E quanto ao Dext? Não vai rolar uma atualização também, não?!
quarta-feira, 24 de março de 2010
Technology Issues
Eu admito que não sou um grande conhecedor de tecnologias, mas com certeza sou um grande entusiasta. E como grande entusiasta, por vezes eu acabo me aventurando em alguma empreitada tecnológica que vai um pouco mais além de comprar uma nova televisão (Pana LED, por favor - ok, piada interna, não tentem entender).
Exatamente por não ser um grande "tecnólogo", muitas das minhas aventuras acabam gerando boas dores de cabeça. E ainda bem que eu tenho muitos amigos tão ou mais entusiastas de novas tecnologias do que eu, mas que com certeza entendem muito mais dessas tecnologias do que este humilde aventureiro aqui. São eles que sempre me salvam e me socorrem quando tudo parece estar perdido, e quando eu quase chego a desconfiar ter jogado uma boa quantia de dinheiro fora por total incompetência em saber usar essas tecnologias (muito obrigado a vocês, que com certeza sabem quem são).
Minhas duas últimas aventuras tecnológicas, que na verdade precisam ser vistas como uma só (já que as planejei em conjunto, apesar de ter executado cada projeto separadamente - e bem separadamente), foram um HTPC e um NAS.
O HTPC em si deu bastante trabalho. É, basicamente, um computador, mas que eu queria que não tivesse cara de computador, fosse em sua parte física (hardware), fosse em sua parte virtual (software). A idéia era montar uma estação de mídia completa, com funções gerais de execução de fotos, música, vídeos, rádio, CD, DVD e Blu-Ray, tudo controlado por controle remoto, sem teclado ou mouse. Até que consegui um resultado bastante satisfatório, mas contando a pesquisa e compra das peças até a instalação final dos programas, levou pouco mais de uns seis meses pra eu terminar de montar a criança. Envolveu um pouco de eletrônica e até mesmo artesanato! Foi demorado, mas foi bem divertido (talvez não muito para os meus amigos gênio de TI, que tiveram a paciência bastante perturbada durante esse tempo).
Já o NAS... Bem, o NAS foi até que fácil (e rápido), mas bastante frustrante a princípio. Em teoria, o NAS funciona como um grande HD externo, ligado diretamente na rede, de forma que não depende que nenhum computador esteja ligado para que se possa acessar os arquivos nele (inclusive remotamente, pela Internet). O meu tem também umas portinhas USB, de forma que se pode ligar impressoras na rede, podendo imprimir documentos também sem precisar que um ou outro computador esteja ligado para a impressão. É algo sensacional se você pensar na era do sem-fio, e a idéia era usar em conjunto com o HTPC (que não tem HD, mas um modesto SSD de 60GBs).
A instalação do NAS é fácil. Não precisa de drivers, não precisa de softwares, quase todas as configurações podem ser feitas via navegador. Mas quando eu fui testar num dos notebooks, bom, aí começou a frustração. O computador em questão estava com o Windows 7 instalado, e uma pesquisa rápida no Google me disse que os eventuais problemas reportados com o modelo do meu NAS se dava com o Windows 7. Para melhorar, não encontrei uma resposta concreta em lugar nenhum.
Testei o NAS em outros computadores também. Um deles com o Windows Vista, e outro com o Windows XP. Nos dois, funcionou perfeitamente. Tudo que eu podia fazer em relação à configuração da rede, eu fiz. Até mesmo tentei alterar o sistema de segurança da rede, baixando a proteção de WPA2 para WPA e até pra WEP. Nada disso pareceu funcionar.
Fiquei um tempão nisso, sem conseguir fazer o NAS funcionar corretamente no meu computador, até que eu descobri que a problema era a velocidade de conexão. Não sei porque diabos o meu notebook não estava conectando à rede sem-fio numa velocidade razoável, e isso que acabava por interferir no acesso ao NAS. Bastante óbvio, mas eu demorei pra perceber. E depois demorei mais ainda pra arrumar (mudei o canal do wifi, posicionei o roteador num lugar melhor, mudei o sinal pra 801.11g, e testa e testa e testa, etc).
E por quê eu falei isso tudo? Sei lá, acho que não tinha nada melhor pra falar. Pode servir de ajuda também para quem eventualmente esteja sofrendo com o mesmo problema que eu. Sem nenhuma conclusão moral magnífica dessa vez... Talvez, apenas, que as pessoas não devam se aventurar com tecnologias que elas desconhecem - a não ser que tenham amigos que entendam do assunto, e que tenham muita paciência...
Exatamente por não ser um grande "tecnólogo", muitas das minhas aventuras acabam gerando boas dores de cabeça. E ainda bem que eu tenho muitos amigos tão ou mais entusiastas de novas tecnologias do que eu, mas que com certeza entendem muito mais dessas tecnologias do que este humilde aventureiro aqui. São eles que sempre me salvam e me socorrem quando tudo parece estar perdido, e quando eu quase chego a desconfiar ter jogado uma boa quantia de dinheiro fora por total incompetência em saber usar essas tecnologias (muito obrigado a vocês, que com certeza sabem quem são).
Minhas duas últimas aventuras tecnológicas, que na verdade precisam ser vistas como uma só (já que as planejei em conjunto, apesar de ter executado cada projeto separadamente - e bem separadamente), foram um HTPC e um NAS.
O HTPC em si deu bastante trabalho. É, basicamente, um computador, mas que eu queria que não tivesse cara de computador, fosse em sua parte física (hardware), fosse em sua parte virtual (software). A idéia era montar uma estação de mídia completa, com funções gerais de execução de fotos, música, vídeos, rádio, CD, DVD e Blu-Ray, tudo controlado por controle remoto, sem teclado ou mouse. Até que consegui um resultado bastante satisfatório, mas contando a pesquisa e compra das peças até a instalação final dos programas, levou pouco mais de uns seis meses pra eu terminar de montar a criança. Envolveu um pouco de eletrônica e até mesmo artesanato! Foi demorado, mas foi bem divertido (talvez não muito para os meus amigos gênio de TI, que tiveram a paciência bastante perturbada durante esse tempo).
Já o NAS... Bem, o NAS foi até que fácil (e rápido), mas bastante frustrante a princípio. Em teoria, o NAS funciona como um grande HD externo, ligado diretamente na rede, de forma que não depende que nenhum computador esteja ligado para que se possa acessar os arquivos nele (inclusive remotamente, pela Internet). O meu tem também umas portinhas USB, de forma que se pode ligar impressoras na rede, podendo imprimir documentos também sem precisar que um ou outro computador esteja ligado para a impressão. É algo sensacional se você pensar na era do sem-fio, e a idéia era usar em conjunto com o HTPC (que não tem HD, mas um modesto SSD de 60GBs).
A instalação do NAS é fácil. Não precisa de drivers, não precisa de softwares, quase todas as configurações podem ser feitas via navegador. Mas quando eu fui testar num dos notebooks, bom, aí começou a frustração. O computador em questão estava com o Windows 7 instalado, e uma pesquisa rápida no Google me disse que os eventuais problemas reportados com o modelo do meu NAS se dava com o Windows 7. Para melhorar, não encontrei uma resposta concreta em lugar nenhum.
Testei o NAS em outros computadores também. Um deles com o Windows Vista, e outro com o Windows XP. Nos dois, funcionou perfeitamente. Tudo que eu podia fazer em relação à configuração da rede, eu fiz. Até mesmo tentei alterar o sistema de segurança da rede, baixando a proteção de WPA2 para WPA e até pra WEP. Nada disso pareceu funcionar.
Fiquei um tempão nisso, sem conseguir fazer o NAS funcionar corretamente no meu computador, até que eu descobri que a problema era a velocidade de conexão. Não sei porque diabos o meu notebook não estava conectando à rede sem-fio numa velocidade razoável, e isso que acabava por interferir no acesso ao NAS. Bastante óbvio, mas eu demorei pra perceber. E depois demorei mais ainda pra arrumar (mudei o canal do wifi, posicionei o roteador num lugar melhor, mudei o sinal pra 801.11g, e testa e testa e testa, etc).
E por quê eu falei isso tudo? Sei lá, acho que não tinha nada melhor pra falar. Pode servir de ajuda também para quem eventualmente esteja sofrendo com o mesmo problema que eu. Sem nenhuma conclusão moral magnífica dessa vez... Talvez, apenas, que as pessoas não devam se aventurar com tecnologias que elas desconhecem - a não ser que tenham amigos que entendam do assunto, e que tenham muita paciência...
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Top Shelf é parcialmente comprada por produtora de cinema
Saiu hoje no Omelete.
A editora de quadrinhos norte-americana Top Shelf teve parte de suas ações compradas por uma produtora de filmes independentes.
A editora é responsável pela atual publicação de quadrinhos do Alan Moore (como A Liga Extraordinária) e outros autores indies em destaque, como Craig Thompson, autor de Retalhos.
Tratam-se apenas de duas pequenas empresas, mas não dá pra deixar de especular que, com isso, novos filmes baseados em quadrinhos surgirão por aí.
Parece que a maldição das adaptações continua a perseguir Alan Moore...
A editora de quadrinhos norte-americana Top Shelf teve parte de suas ações compradas por uma produtora de filmes independentes.
A editora é responsável pela atual publicação de quadrinhos do Alan Moore (como A Liga Extraordinária) e outros autores indies em destaque, como Craig Thompson, autor de Retalhos.
Tratam-se apenas de duas pequenas empresas, mas não dá pra deixar de especular que, com isso, novos filmes baseados em quadrinhos surgirão por aí.
Parece que a maldição das adaptações continua a perseguir Alan Moore...
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Quadrinhos: Séries Mensais vs. Graphic Novels
O site Omelete publicou ontem a notícia de que a DC Comics iniciará uma nova linha de quadrinhos para os personagens Batman e Superman com graphic novels sem periodicidade definida, ao contrário da estratégia comum dessas grandes editoras, que é publicar seus personagens mainstream com edições mensais de vinte-e-poucas páginas.
Vale a pena ler a notícia pra entender qual foi a discussão gerada.
Muitas editoras vêm acompanhando essa evolução do mercado, mas Joe Quesada, o editor-chefe da Marvel, é um dos que bate o pé para as graphic novels.
E isso só prova mais uma vez que ele é um grandessíssemo filho da puta. Seus principais argumentos contra o formato das graphic novels é de que as edições mensais fariam mais dinheiro que edições em capa dura, que as graphic novels receberiam menos marketing, que por causa disso os artistas teriam menos evidência no mercado, e que edições em graphic novels de baixa qualidade não venderiam, como acontece com as edições mensais.
Ok. Eu pessoalmente não gosto muito de mudanças, mas sei que elas acontecem independente da nossa vontade. E que bom que elas aconteçam para melhor, e não para pior. Sou a favor do formato graphic novel. Por mais paradoxal que isso possa parecer, eu acredito que elas sejam muito mais acessíveis. Primeiro, porque a sua distribuição é muito maior, são vendidas não apenas em bancas de revistas (ou comic shops como são chamadas lá fora), mas também em livrarias. Segundo, por causa do preço por páginas muito mais acessível (tirando da matemática, claro, as edições luxuosas cheias de extras vendidas em capa dura).
E sim, é verdade que uma graphic novel lançada em um único volume receberia muito menos marketing do que se lançada em diversos fascículos mensais, mas estamos falando de arte (a nona arte) ou de apenas mais um produto comercial barato?
É claro que obras de baixa qualidade, como a grande maioria dos quadrinhos produzidos hoje em dia, não sobreviveriam nesse mercado de graphic novels que vem se formando aos poucos. Mas será que a baixa qualidade dos quadrinhos de hoje em dia também não se deve em razão dos apertados prazos que os artistas precisam enfrentar? Aliás, o próprio Joe Quesada não conseguiu cumprir o prazo da última série de sua autoria que eu acompanhei ("Daredevil: Father"). Tsc tsc tsc...
Não que eu seja a favor da total extinção das edições mensais. Elas ainda são importantes para alimentar o mercado, criar novos leitores de quadrinhos, e são um bom meio de se promover novos artistas. Mas eu acho muito interessante que as grandes editoras passem a enxergar as graphic novels como uma ótima mídia, cheia de potencial, inclusive para os seus personagens mainstream, como é o caso do Batman e do Superman da DC Comics.
Graphic novels oferecem maior liberdade criativa para os seus autores, justamente por não colocar aquela pressão absurda dos prazos das edições mensais, dando oportunidade para que surjam obras com muito mais qualidade.
Lembrei de um bom exemplo, da época em que Neil Gaiman ainda era um ótimo autor (hoje ele é apenas um bom autor). "Signal to Noise" foi um trabalho dele com o artista Dave McKean, originalmente lançado com periodicidade mensal. O próprio Dave McKean disse que foi um feito quase impossível manter os prazos exigidos. Depois, quando a obra foi lançada em formato de graphic novel, compilada em uma única edição, Dave teve tempo de refazer algumas artes e aumentar o seu conteúdo original, trabalhando inclusive a própria temática do livro (o noise do título), o que não lhe foi possível quando da publicação mensal do livro. Ora, se nem mesmo a dupla Neil Gaiman e Dave McKean conseguiram manter a qualidade original desejada com os prazos de publicações mensais, o que dizer sobre os demais artistas?
É possível, aliás muito provável, que surjam edições em graphic novels com uma qualidade inferior, e que elas acabem sucumbindo no limbo, como disse o próprio Joe Quesada. Mas isso será apenas mais uma forma de impulsionar a qualidade das publicações pela própria exigência do mercado.
Além disso, por mais que o marketing gerado em cima dessas obras seja menor, a atenção da crítica dada às graphic novels sempre será muito maior, mais madura. Isso significa dizer que ainda que se faça menos propaganda sobre essas obras, essa propaganda terá abrangência muito maior, e não apenas concentrada num único público alvo. Queira ou não, a visão do mercado como um todo é sempre mais séria sobre uma graphic novel do que sobre edições mensais. Isso se dá até porque o que se espera de edições mensais é a mera continuidade de um periódico comum (e eu nem vou entrar no mérito dos ganchos baratos ou séries desconexas e sem sentido), enquanto uma graphic novel é vista como uma obra independente (ainda que não seja totalmente independente, como é o caso de The Walking Dead).
Sou super a favor dessa nova estratégia da DC Comics, e é uma pena que a Marvel não pense da mesma forma.
Joe, mudanças são inevitáveis, e é preciso ter maturidade e consciência o suficiente para aceitá-las e evoluir.
Vale a pena ler a notícia pra entender qual foi a discussão gerada.
Muitas editoras vêm acompanhando essa evolução do mercado, mas Joe Quesada, o editor-chefe da Marvel, é um dos que bate o pé para as graphic novels.
E isso só prova mais uma vez que ele é um grandessíssemo filho da puta. Seus principais argumentos contra o formato das graphic novels é de que as edições mensais fariam mais dinheiro que edições em capa dura, que as graphic novels receberiam menos marketing, que por causa disso os artistas teriam menos evidência no mercado, e que edições em graphic novels de baixa qualidade não venderiam, como acontece com as edições mensais.
Ok. Eu pessoalmente não gosto muito de mudanças, mas sei que elas acontecem independente da nossa vontade. E que bom que elas aconteçam para melhor, e não para pior. Sou a favor do formato graphic novel. Por mais paradoxal que isso possa parecer, eu acredito que elas sejam muito mais acessíveis. Primeiro, porque a sua distribuição é muito maior, são vendidas não apenas em bancas de revistas (ou comic shops como são chamadas lá fora), mas também em livrarias. Segundo, por causa do preço por páginas muito mais acessível (tirando da matemática, claro, as edições luxuosas cheias de extras vendidas em capa dura).
E sim, é verdade que uma graphic novel lançada em um único volume receberia muito menos marketing do que se lançada em diversos fascículos mensais, mas estamos falando de arte (a nona arte) ou de apenas mais um produto comercial barato?
É claro que obras de baixa qualidade, como a grande maioria dos quadrinhos produzidos hoje em dia, não sobreviveriam nesse mercado de graphic novels que vem se formando aos poucos. Mas será que a baixa qualidade dos quadrinhos de hoje em dia também não se deve em razão dos apertados prazos que os artistas precisam enfrentar? Aliás, o próprio Joe Quesada não conseguiu cumprir o prazo da última série de sua autoria que eu acompanhei ("Daredevil: Father"). Tsc tsc tsc...
Não que eu seja a favor da total extinção das edições mensais. Elas ainda são importantes para alimentar o mercado, criar novos leitores de quadrinhos, e são um bom meio de se promover novos artistas. Mas eu acho muito interessante que as grandes editoras passem a enxergar as graphic novels como uma ótima mídia, cheia de potencial, inclusive para os seus personagens mainstream, como é o caso do Batman e do Superman da DC Comics.
Graphic novels oferecem maior liberdade criativa para os seus autores, justamente por não colocar aquela pressão absurda dos prazos das edições mensais, dando oportunidade para que surjam obras com muito mais qualidade.
Lembrei de um bom exemplo, da época em que Neil Gaiman ainda era um ótimo autor (hoje ele é apenas um bom autor). "Signal to Noise" foi um trabalho dele com o artista Dave McKean, originalmente lançado com periodicidade mensal. O próprio Dave McKean disse que foi um feito quase impossível manter os prazos exigidos. Depois, quando a obra foi lançada em formato de graphic novel, compilada em uma única edição, Dave teve tempo de refazer algumas artes e aumentar o seu conteúdo original, trabalhando inclusive a própria temática do livro (o noise do título), o que não lhe foi possível quando da publicação mensal do livro. Ora, se nem mesmo a dupla Neil Gaiman e Dave McKean conseguiram manter a qualidade original desejada com os prazos de publicações mensais, o que dizer sobre os demais artistas?
É possível, aliás muito provável, que surjam edições em graphic novels com uma qualidade inferior, e que elas acabem sucumbindo no limbo, como disse o próprio Joe Quesada. Mas isso será apenas mais uma forma de impulsionar a qualidade das publicações pela própria exigência do mercado.
Além disso, por mais que o marketing gerado em cima dessas obras seja menor, a atenção da crítica dada às graphic novels sempre será muito maior, mais madura. Isso significa dizer que ainda que se faça menos propaganda sobre essas obras, essa propaganda terá abrangência muito maior, e não apenas concentrada num único público alvo. Queira ou não, a visão do mercado como um todo é sempre mais séria sobre uma graphic novel do que sobre edições mensais. Isso se dá até porque o que se espera de edições mensais é a mera continuidade de um periódico comum (e eu nem vou entrar no mérito dos ganchos baratos ou séries desconexas e sem sentido), enquanto uma graphic novel é vista como uma obra independente (ainda que não seja totalmente independente, como é o caso de The Walking Dead).
Sou super a favor dessa nova estratégia da DC Comics, e é uma pena que a Marvel não pense da mesma forma.
Joe, mudanças são inevitáveis, e é preciso ter maturidade e consciência o suficiente para aceitá-las e evoluir.
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domingo, 27 de dezembro de 2009
Post de Fim de Ano
Os passarinhos estão cantando e o Sol brilha lá fora.
Ah, sim, os cães também estão latindo, os vizinhos estão gritando, os carros estão fazendo mais barulho que o habitual, e parece que todos os ônibus e caminhões de São Paulo resolveram passar na rua da minha casa hoje.
Vale dizer que eu fui dormir tarde ontem (ou talvez seria mais correto dizer que eu fui dormir cedo hoje), meus olhos estão ardendo de tão secos, minha cabeça dói, e o mundo conspira para que eu sofra...
Eu também não cumpri minhas promessas do Ano Novo passado, e por causa disso, também não vou fazer promessa nenhuma para 2010.
Assim, por enquanto, eu NÃO desejo um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo pra ninguém.
Ah, sim, os cães também estão latindo, os vizinhos estão gritando, os carros estão fazendo mais barulho que o habitual, e parece que todos os ônibus e caminhões de São Paulo resolveram passar na rua da minha casa hoje.
Vale dizer que eu fui dormir tarde ontem (ou talvez seria mais correto dizer que eu fui dormir cedo hoje), meus olhos estão ardendo de tão secos, minha cabeça dói, e o mundo conspira para que eu sofra...
Eu também não cumpri minhas promessas do Ano Novo passado, e por causa disso, também não vou fazer promessa nenhuma para 2010.
Assim, por enquanto, eu NÃO desejo um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo pra ninguém.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Tucker Max is a newbie and I completely out beated him!
Talvez vocês já tenham ouvido falar de Tucker Max... Ou talvez não.
Tucker Max é um canalha, como ele mesmo diz. Advogado formado pela Chicago Duke, adora encher o cu de cachaça e mulher... E é mestre em fazer merdas...
(desculpem-me pelo linguajar, mas não tem como descrevê-lo de outra forma)
Começou com um blog onde ele contava as merdas que fazia, lançou um livro contando as mesmas coisas, e adaptou o livro para o cinema.
Mas Tucker Max caiu no ranking, e desde o final de semana passado ele não passa de uma menininha.
E chega!
Tucker Max é um canalha, como ele mesmo diz. Advogado formado pela Chicago Duke, adora encher o cu de cachaça e mulher... E é mestre em fazer merdas...
(desculpem-me pelo linguajar, mas não tem como descrevê-lo de outra forma)
Começou com um blog onde ele contava as merdas que fazia, lançou um livro contando as mesmas coisas, e adaptou o livro para o cinema.
Mas Tucker Max caiu no ranking, e desde o final de semana passado ele não passa de uma menininha.
E chega!
domingo, 14 de junho de 2009
Goin' Off The Rails on a Crazy Train
Rapidinha só pra avisar que eu ainda estou vivo, e que a vida anda meio agitada, e que eu até tenho algum tempo livre pra escrever alguma coisa, mas que a preguiça também faz parte do cotidiano.
Espero cumprir as promessas de fim de ano (que eu acabei de lembrar vendo os meus últimos posts) até o final do ano.
Câmbio e desligo!
Espero cumprir as promessas de fim de ano (que eu acabei de lembrar vendo os meus últimos posts) até o final do ano.
Câmbio e desligo!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Novo membro da família
Bem vinda à família.

A harmônica acima é o mais novo membro da família. Agora eu posso falar que tenho um Hammond Organ!
Atualizei o layout do Jornal também. Agora é possível assinar o RSS do Jornal pelo menu lateral. E coloquei ao lado também o link do Jornal de um amigo meu que teima em escrever tudo em verso.

A harmônica acima é o mais novo membro da família. Agora eu posso falar que tenho um Hammond Organ!
Atualizei o layout do Jornal também. Agora é possível assinar o RSS do Jornal pelo menu lateral. E coloquei ao lado também o link do Jornal de um amigo meu que teima em escrever tudo em verso.
domingo, 19 de outubro de 2008
Pictures of Home
Ontem fiz uma faxina aqui em casa... Aliás, A faxina.
E não que eu goste de me exibir, mas modéstia à parte, ficou bom. Tão bom que eu resolvi compartilhar.
Meus brinquedos ficaram mais organizados:
Era assim que estava antes:
O teclado entrou pra família depois dessa foto, então ele não está na foto mais antiga. Falta só minha mesinha, e logo mais vira um pequeno estúdio! hehe
E pra fechar, um espelhinho típico:
Bom, chega de fotos.
Câmbio e desligo.
E não que eu goste de me exibir, mas modéstia à parte, ficou bom. Tão bom que eu resolvi compartilhar.
Meus brinquedos ficaram mais organizados:
Era assim que estava antes:
O teclado entrou pra família depois dessa foto, então ele não está na foto mais antiga. Falta só minha mesinha, e logo mais vira um pequeno estúdio! hehe
E pra fechar, um espelhinho típico:
Bom, chega de fotos.
Câmbio e desligo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Título com Trocadilho Legal
Eu sei que eu ia escrever algo neste post além do que eu já vou escrever. Isso, inclusive, tinha me dado a idéia de batizar o post com esse trocadilho.
O problema é que eu simplesmente esqueci o que eu ia escrever. Claro que ajuda bastante lembrar o título do post, de forma que, à partir dele, aquilo que eu ia escrever acabaria vindo naturalmente depois... Mas eu também esqueci o título!
Isso tudo porque eu resolvi deixar o post pra depois (verdade, alguns dias depois). Fico muito mordido de raiva quando isso acontece: você tem uma idéia legal, um nome legal, até pensa em algumas linhas e frases bacanas... Mas quando resolve pegar a caneta e colocar a ponta no papel - "puf!" e a idéia se foi...
Isso acontece com bastante freqüência comigo. Talvez minhas professoras da infância estivessem certas sobre eu ser um menino muito disperso e com problemas de concentração. Só que eu esperava que isso passasse com a idade!
A verdade é que é ruim deixar certas coisas pra depois (ainda que seja muito bom deixar certas coisas pra depois... Ainda que eu não consiga pensar em nenhuma a não presentes de Natal). Por isso que eu comprei um Moleskine outro dia. É um caderninho charmoso, Dr. Henry Jones tinha um. Capa de couro, cheio de tradição por trás da marca e que o Google com certeza pode apontar muito mais detalhes do que eu. No final, acabei ficando com dó de gastar o Moleskine e mal usei, mas esse não é o ponto da questão...
O fato é que eu finalmente tinha algo pra falar, mas agora não tenho mais. Claro, deve haver uma lição moral por trás disso tudo...
Recebi outro dia o link para uma página cujo conteúdo principal era o vídeo abaixo.
É uma página da Peta, então não sei até onde acreditar e/ou confiar. Acho que eles são um tanto quanto radicais, e eu não concordo muito com eles em alguns (muitos) pontos.
Dizem tratar-se de uma fazenda de peles de animais da China. Se você tiver estômago para ver o vídeo (e eu não o recomendo se você for um pouco sensível ou se emocionar facilmente), vai perceber que há um tanto de sadismo e crueldade no tratamento desses animais.
Não sou vegetariano, vegan, ou o que seja, ainda que os respeite muito. Não levo jeito pra coisa, acho. Eu gosto muito de comer carne, proteína, e derivados de qualquer coisa que um dia foi um ser vivo (aliás, os vegetais também foram seres vivos um dia, certo?).
Porém eu gosto que a minha comida seja bem tratada. Não gostaria que nenhum ser vivo, qualquer que fosse a finalidade de sua vida, sofresse as crueldades mostradas nesse vídeo.
Aliás, exatamente em razão da própria finalidade da vida dos animais que nos alimentam e nos vestem, acho que uma morte digna seria o mínimo de respeito que eles merecem.
Claro, essa é só a minha opinião. O site ainda pede pra que se assine um abaixo-assinado, oferece formas de doação de dinheiro, e sugere que as pessoas evitem usar a moda derivada de peles de animais.
Das três opções, eu fiquei só com a última.
Isso tudo porque eu resolvi deixar o post pra depois (verdade, alguns dias depois). Fico muito mordido de raiva quando isso acontece: você tem uma idéia legal, um nome legal, até pensa em algumas linhas e frases bacanas... Mas quando resolve pegar a caneta e colocar a ponta no papel - "puf!" e a idéia se foi...
Isso acontece com bastante freqüência comigo. Talvez minhas professoras da infância estivessem certas sobre eu ser um menino muito disperso e com problemas de concentração. Só que eu esperava que isso passasse com a idade!
A verdade é que é ruim deixar certas coisas pra depois (ainda que seja muito bom deixar certas coisas pra depois... Ainda que eu não consiga pensar em nenhuma a não presentes de Natal). Por isso que eu comprei um Moleskine outro dia. É um caderninho charmoso, Dr. Henry Jones tinha um. Capa de couro, cheio de tradição por trás da marca e que o Google com certeza pode apontar muito mais detalhes do que eu. No final, acabei ficando com dó de gastar o Moleskine e mal usei, mas esse não é o ponto da questão...
O fato é que eu finalmente tinha algo pra falar, mas agora não tenho mais. Claro, deve haver uma lição moral por trás disso tudo...
Recebi outro dia o link para uma página cujo conteúdo principal era o vídeo abaixo.
É uma página da Peta, então não sei até onde acreditar e/ou confiar. Acho que eles são um tanto quanto radicais, e eu não concordo muito com eles em alguns (muitos) pontos.
Dizem tratar-se de uma fazenda de peles de animais da China. Se você tiver estômago para ver o vídeo (e eu não o recomendo se você for um pouco sensível ou se emocionar facilmente), vai perceber que há um tanto de sadismo e crueldade no tratamento desses animais.
Não sou vegetariano, vegan, ou o que seja, ainda que os respeite muito. Não levo jeito pra coisa, acho. Eu gosto muito de comer carne, proteína, e derivados de qualquer coisa que um dia foi um ser vivo (aliás, os vegetais também foram seres vivos um dia, certo?).
Porém eu gosto que a minha comida seja bem tratada. Não gostaria que nenhum ser vivo, qualquer que fosse a finalidade de sua vida, sofresse as crueldades mostradas nesse vídeo.
Aliás, exatamente em razão da própria finalidade da vida dos animais que nos alimentam e nos vestem, acho que uma morte digna seria o mínimo de respeito que eles merecem.
Claro, essa é só a minha opinião. O site ainda pede pra que se assine um abaixo-assinado, oferece formas de doação de dinheiro, e sugere que as pessoas evitem usar a moda derivada de peles de animais.
Das três opções, eu fiquei só com a última.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Faz algum tempo...
Mais de um mês sem escrever. Acho que dar notícias de que "ei, estou vivo, com saúde, trabalhando muito e recebendo pouco" seria uma boa idéia, não fosse minha falta de ânimo para escrever qualquer coisa sobre qualquer coisa. Este post é, basicamente, um filler, só pra cumprir tabela. Chega a ser horrível dizer isso, mas é pior ainda ver o journal abandonado por tanto tempo, então, Oi, eu estou vivo, com saúde, trabalhando muito e recebendo pouco. E isso vale principalmente para todos que me escreveram e que não receberam resposta nenhuma ainda.
Ontem eu colhi meus dois primeiros pés de manjericão. Fiz berinjela ao forno com eles. O manjericão foi para o molho, vermelho, que rega a berinjela à milanesa, tudo coberto com queijo e gratinado no forno. Modéstia à parte, ficou bom.
Sem grandes novidades. Câmbio e desligo.
Ontem eu colhi meus dois primeiros pés de manjericão. Fiz berinjela ao forno com eles. O manjericão foi para o molho, vermelho, que rega a berinjela à milanesa, tudo coberto com queijo e gratinado no forno. Modéstia à parte, ficou bom.
Sem grandes novidades. Câmbio e desligo.
sábado, 14 de junho de 2008
Download Day: 17/06/2008
Estou com dores terríveis nos braços (começa no alto dos ombros e termina nas bolhas dos dedos da mão), de forma que estou passando rapidinho só pra deixar um aviso: o Download Day do Mozilla Firefox que eu havia comentado vai se realizar dia 17 de junho próximo.
Quando eu melhorar, escrevo algo mais.
Quando eu melhorar, escrevo algo mais.
domingo, 8 de junho de 2008
Domingo: dia de espinafre e música
Hoje faz uma semana que eu plantei espinafre, e para a minha surpresa, ele cresceu bastante. As sementes que equivocadamente ficaram por cima da terra acabaram tendo que dar espaço para as mudas que cresceram mais firmes na terra, despontadas para cima em folhas finas de cor verde bem viva. Um contraste interessante se comparadas com as folhas largas e escuras de um espinafre adulto.

Isso me animou bastante, é legal ver uma forma de vida que você está cultivando crescer desse jeito, e hoje acabei plantando manjericão, que é algo um tanto quanto raro por aqui, principalmente fresco.
Uma rápida pesquisa no Google me mostrou que, apesar do espinafre ser uma planta melhor adaptada a temperaturas amenas (e, portanto, eu o plantei na época errada, já que eu estou em plena primavera, prestes a entrar no verão), a época ideal para o plantio do manjericão é agora, durante as chuvas desta estação, já que é uma planta que gosta de calor.
Se o espinafre, que deveria ter sido plantado quando o tempo ainda não estava tão quente, está crescendo rápido assim, eu imagino como o manjericão estará daqui uma semana...
Hoje também fiz meu primeiro ensaio em estúdio com os japas que querem tocar punk/hard core.
Estúdio pequeno. Era proibido comer, beber ou fumar, ou seja, nada de cigarro, nada de cerveja. Essa foi a parte chata, mas apesar disso, o estúdio era confortável e tinha uma boa aparelhagem: paredes de Marshalls, e eles forneciam a bateria completa (com pratos, muitos pratos!).
Toquei numa Pearl, pelagens Tama (onde eu deixei registros da minha ogra passagem), pratos Zildjian. Boa bateria, peles e pratos rápidos.
O ensaio foi muito mais para conhecer o resto da banda (que, no caso, se resume ao baixista). Descobri que somos um power trio, e tocamos apenas alguns covers de músicas e bandas que eu não conhecia. Apesar disso, até que conseguimos tirar um som bacana (não por cauda das habilidades do baterista - as músicas eram fáceis, apenas um pouco rápidas). Mais tarde, quando eu ouvi as versões cobertas pela gente, descobri que a minha bateria soou de uma forma bem diferente das originais. Como um hard rock rápido, com mais tons e pratos e mais viradas. E modéstia à parte, eu prefiro as minhas versões.
Tive que levar apenas as minhas baquetas, que, acostumadas a bater em pads de borracha, voltaram pra casa todas marcadas pelos pratos. Meus dedos também: voltei com algumas bolhas na mão... Nada que não sare antes de casar.
Sábado que vem, novo ensaio. E por ora, dormir.

Isso me animou bastante, é legal ver uma forma de vida que você está cultivando crescer desse jeito, e hoje acabei plantando manjericão, que é algo um tanto quanto raro por aqui, principalmente fresco.
Uma rápida pesquisa no Google me mostrou que, apesar do espinafre ser uma planta melhor adaptada a temperaturas amenas (e, portanto, eu o plantei na época errada, já que eu estou em plena primavera, prestes a entrar no verão), a época ideal para o plantio do manjericão é agora, durante as chuvas desta estação, já que é uma planta que gosta de calor.
Se o espinafre, que deveria ter sido plantado quando o tempo ainda não estava tão quente, está crescendo rápido assim, eu imagino como o manjericão estará daqui uma semana...
Hoje também fiz meu primeiro ensaio em estúdio com os japas que querem tocar punk/hard core.
Estúdio pequeno. Era proibido comer, beber ou fumar, ou seja, nada de cigarro, nada de cerveja. Essa foi a parte chata, mas apesar disso, o estúdio era confortável e tinha uma boa aparelhagem: paredes de Marshalls, e eles forneciam a bateria completa (com pratos, muitos pratos!).
Toquei numa Pearl, pelagens Tama (onde eu deixei registros da minha ogra passagem), pratos Zildjian. Boa bateria, peles e pratos rápidos.
O ensaio foi muito mais para conhecer o resto da banda (que, no caso, se resume ao baixista). Descobri que somos um power trio, e tocamos apenas alguns covers de músicas e bandas que eu não conhecia. Apesar disso, até que conseguimos tirar um som bacana (não por cauda das habilidades do baterista - as músicas eram fáceis, apenas um pouco rápidas). Mais tarde, quando eu ouvi as versões cobertas pela gente, descobri que a minha bateria soou de uma forma bem diferente das originais. Como um hard rock rápido, com mais tons e pratos e mais viradas. E modéstia à parte, eu prefiro as minhas versões.
Tive que levar apenas as minhas baquetas, que, acostumadas a bater em pads de borracha, voltaram pra casa todas marcadas pelos pratos. Meus dedos também: voltei com algumas bolhas na mão... Nada que não sare antes de casar.
Sábado que vem, novo ensaio. E por ora, dormir.
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
Espinafre
Domingo passado eu plantei espinafre.
Depois de uma faxina rápida no apartamento, eu vi que um vaso, um pacote de terra e outro de sementes, que eu comprei ano passado (há quase um ano, seria melhor dizer), ainda estava encostado perdido num canto da casa.
Muitas coisas aconteceram no intervalo de um ano pra cá. E aconteceram rápido. Não que este seja um post retrospectivo (algo que eu pretendo fazer em breve, mas não hoje), mas eu preciso de uma desculpa, afinal, não é normal deixar um kit para o plantio de espinafre encostado tanto tempo.
E então, eu plantei espinafre.
A terra estava bem seca, o que foi bom, porque tinha mais terra no saco do que cabia no vaso, assim eu não fiz muita sujeira na hora de colocar a terra. Mas eu abri o pacote de sementes, que também tinha mais sementes do que cabia no vaso, demais. E, ao contrário do que se passou com a terra, eu acabei colocando sementes demais no vaso.
Depois de plantar as sementes e aguar a terra, eu confesso que ainda não havia checado a situação do espinafre, mas eu o fiz hoje, e para a minha surpresa, eu vi isso:

Para os olhos pouco atenciosos, isso é uma foto de algumas pequenas sementes de espinafre, equivocadamente lançadas "sobre" (e não "sob") a terra, começando a germinar.
Também domingo passado eu acabei aceitando algo que não devia. Um japa veio aqui em casa tirar um som. A princípio, pensei que fosse uma pequena jam, algo pro blues ou rock clássico. Mas ele quer tocar hard core, e precisa de um baterista, e eu, que já tenho pouco tempo livre e não tenho físico, fôlego ou gosto para o hard core, acabei aceitando...
Veremos. Diz ele que a banda (que eu não sei se já foi batizada ou não) pretende fazer um som próprio, e se isso for verdade, eu vou ter chances de convencê-los a mudar o direcionamento musical da banda.
Mais coisas virão com o tempo, e com o tempo, novos posts.
Até lá.
Depois de uma faxina rápida no apartamento, eu vi que um vaso, um pacote de terra e outro de sementes, que eu comprei ano passado (há quase um ano, seria melhor dizer), ainda estava encostado perdido num canto da casa.
Muitas coisas aconteceram no intervalo de um ano pra cá. E aconteceram rápido. Não que este seja um post retrospectivo (algo que eu pretendo fazer em breve, mas não hoje), mas eu preciso de uma desculpa, afinal, não é normal deixar um kit para o plantio de espinafre encostado tanto tempo.
E então, eu plantei espinafre.
A terra estava bem seca, o que foi bom, porque tinha mais terra no saco do que cabia no vaso, assim eu não fiz muita sujeira na hora de colocar a terra. Mas eu abri o pacote de sementes, que também tinha mais sementes do que cabia no vaso, demais. E, ao contrário do que se passou com a terra, eu acabei colocando sementes demais no vaso.
Depois de plantar as sementes e aguar a terra, eu confesso que ainda não havia checado a situação do espinafre, mas eu o fiz hoje, e para a minha surpresa, eu vi isso:

Para os olhos pouco atenciosos, isso é uma foto de algumas pequenas sementes de espinafre, equivocadamente lançadas "sobre" (e não "sob") a terra, começando a germinar.
Também domingo passado eu acabei aceitando algo que não devia. Um japa veio aqui em casa tirar um som. A princípio, pensei que fosse uma pequena jam, algo pro blues ou rock clássico. Mas ele quer tocar hard core, e precisa de um baterista, e eu, que já tenho pouco tempo livre e não tenho físico, fôlego ou gosto para o hard core, acabei aceitando...
Veremos. Diz ele que a banda (que eu não sei se já foi batizada ou não) pretende fazer um som próprio, e se isso for verdade, eu vou ter chances de convencê-los a mudar o direcionamento musical da banda.
Mais coisas virão com o tempo, e com o tempo, novos posts.
Até lá.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Shaking post
Passando rapidinho só pra avisar que teve um pequeno tremor aqui na região... E não, não foi culpa do McDonalds passado que eu comi no almoço.
Cheguei a pensar que fossem meus simpáticos vizinhos barulhentos e arredios, tal como pensei no último terremoto que teve por aqui, mas não, foi só um tremorzinho mesmo.
Ainda estou vivo. Eu acho. Ergo sum.
Sem mais notícias, câmbio e desligo.
Cheguei a pensar que fossem meus simpáticos vizinhos barulhentos e arredios, tal como pensei no último terremoto que teve por aqui, mas não, foi só um tremorzinho mesmo.
Ainda estou vivo. Eu acho. Ergo sum.
Sem mais notícias, câmbio e desligo.
sábado, 24 de maio de 2008
Ob-la di, ob-la da!
Desculpem-me pela total falta de criatividade, mas eu sou péssimo para criar nomes e títulos, e "Ob-la di, ob-la da" foi o melhor que eu consegui pensar. Culpa de "Across The Universe", eu acho. Último filme que eu assisti. O roteiro? Péssimo. Mas é um musical feito com canções dos Beatles, e só por isso merece ser assistido.
Terminei de ler "A Catedral do Mar". Não, não é um ótimo livro. Mas também não é um livro ruim, ainda que a tradução para o português o seja - e eu percebi que a qualidade da tradução caiu principalmente no final do livro, o que me leva a crer que uma futura segunda edição, quando o tradutor tiver que se preocupar menos com prazos, terá uma tradução melhor.
Não há muito mais para se falar do que aquilo que eu já havia dito. É um livro escrito em cima de muita pesquisa, e que tem seu mérito por isso, mas onde falta estilo e, quiçá, um pouco de experiência.
De qualquer forma, ainda estou em dúvida em dizer se é um bom livro, mas pelo sim ou pelo não, fica a recomendação aos que não têm medo de arriscar.
Comecei, na seqüência, "Arte e Mentiras: composição para três vozes e uma cafetina", da inglesa Jeanette Winterson. Confesso que ainda não havia lido nada da Winterson, mas o nome já está na minha lista de próximas leituras. A história dessa autora é, no mínimo, curiosa. Adotada por uma família muito religiosa que esperava que ela se tornasse uma missionária religiosa, foi expulsa de casa após se apaixonar por uma das garotas que deveria converter. Esse é o tema do seu primeiro romance ("Oranges Are Not The Only Fruit"), envolvendo um pouco de exorcismo e coisas mais. Provavelmente, será o próximo Winterson que eu lerei.
"Arte e Mentiras" foi lançado no Brasil na FLIP (Festa Literária de Parati) de 2005. De cara, me apaixonei. Mas vou deixar pra escrever melhor sobre este aqui quando o tiver terminado de ler.
Falando em FLIP, o evento deste ano (2 a 6 de julho) vai contar com Neil Gaiman, lançando "Fragile Things" (literalmente traduzido para "Coisas Frágeis" pela Conrad) e o último volume da reimpressão compilada de Sandman. Pena não poder participar. Aos que puderem, não percam.
Terminei um conto. Curto, rápido. Algumas pessoas já leram, mas eu não posso postar enquanto não mudar os nomes de alguns personagens que comprometem alguns amigos em quem foram baseados.
Aliás, vejam "Memórias Alheias" do brasileiro Allan Sieber. Meio antiga, já tinha visto há um tempo, mas ainda assim, demais!
Bom, é isso.
Sobre a chuva, parou. Mas voltou, e continua...
A de hoje está mais para Billy Holiday do que para Jane Siberry.
Terminei de ler "A Catedral do Mar". Não, não é um ótimo livro. Mas também não é um livro ruim, ainda que a tradução para o português o seja - e eu percebi que a qualidade da tradução caiu principalmente no final do livro, o que me leva a crer que uma futura segunda edição, quando o tradutor tiver que se preocupar menos com prazos, terá uma tradução melhor.
Não há muito mais para se falar do que aquilo que eu já havia dito. É um livro escrito em cima de muita pesquisa, e que tem seu mérito por isso, mas onde falta estilo e, quiçá, um pouco de experiência.
De qualquer forma, ainda estou em dúvida em dizer se é um bom livro, mas pelo sim ou pelo não, fica a recomendação aos que não têm medo de arriscar.
Comecei, na seqüência, "Arte e Mentiras: composição para três vozes e uma cafetina", da inglesa Jeanette Winterson. Confesso que ainda não havia lido nada da Winterson, mas o nome já está na minha lista de próximas leituras. A história dessa autora é, no mínimo, curiosa. Adotada por uma família muito religiosa que esperava que ela se tornasse uma missionária religiosa, foi expulsa de casa após se apaixonar por uma das garotas que deveria converter. Esse é o tema do seu primeiro romance ("Oranges Are Not The Only Fruit"), envolvendo um pouco de exorcismo e coisas mais. Provavelmente, será o próximo Winterson que eu lerei.
"Arte e Mentiras" foi lançado no Brasil na FLIP (Festa Literária de Parati) de 2005. De cara, me apaixonei. Mas vou deixar pra escrever melhor sobre este aqui quando o tiver terminado de ler.
Falando em FLIP, o evento deste ano (2 a 6 de julho) vai contar com Neil Gaiman, lançando "Fragile Things" (literalmente traduzido para "Coisas Frágeis" pela Conrad) e o último volume da reimpressão compilada de Sandman. Pena não poder participar. Aos que puderem, não percam.
Terminei um conto. Curto, rápido. Algumas pessoas já leram, mas eu não posso postar enquanto não mudar os nomes de alguns personagens que comprometem alguns amigos em quem foram baseados.
Aliás, vejam "Memórias Alheias" do brasileiro Allan Sieber. Meio antiga, já tinha visto há um tempo, mas ainda assim, demais!
Bom, é isso.
Sobre a chuva, parou. Mas voltou, e continua...
A de hoje está mais para Billy Holiday do que para Jane Siberry.
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
Raining post
Está chovendo. Muito. E ventando.
But it can't rain all the time...
But it can't rain all the time...
sexta-feira, 16 de maio de 2008
E eu dizia...
Que eu fiz meu batismo no mar. Sou oficialmente um open water licenciado pra mergulhar até 20 metros de profundidade em qualquer lugar que tenha água!
Sobre o mergulho? Foi bacana. Choveu no dia, a água estava gelada (14 graus centígrados! Quase congelei...), a vegetação marinha atrapalhou, a fauna marinha era pouca (exceto, talvez, se se considerar as água-vivas), mas ainda assim, foi duca!
A sensação de respirar embaixo d'água é única. É coisa fora de série olhar pra cima e ver um "bando" de peixes e um mundarel de água sem fim.
Mas não é perigoso? Não rola aquele lance de nitrogênio no sangue, no corpo? Sim, sim. Mas como dizia o poeta, vale a pena! Deus ao mar o perigo e o abismo deu, mas nele é que espelhou o céu...
E eu terminei Anansi Boys. Não é o melhor do Gaiman. Pelo contrário, achei que faltou algo em alguns personagens, que algumas tramas paralelas foram esquecidas, e que o final foi amarrado na força. Mas ainda assim, é um bom livro, nem que seja só pelo estilo do Neil Gaiman.
Na seqüência, comecei A Catedral do Mar, romance de estréia do espanhol Ildefonso Falcones de Sierra. É um bom livro, retrata muito bem o final da Idade Média, percebe-se que o autor se esforçou bastante e que fez uma extensa pesquisa para escrever o livro. Mas pegar este livro saindo de um Neil Gaiman é um contraste grande. Falta "paixão" nos personagens, a trama dá pulos temporais gigantescos, pouca coisa é explicada, e tudo segue um ritmo, até agora, excessivamente cadenciado (tal qual uma melodia medieval, de poucos acordes, notas previsíveis, escala limitada e tocada em compassos milimetricamente marcados).
Há passagens desnecessárias, como certas falas de personagens arrolando todas as leis da vassalagem (coisa de advogado - e eu me permito criticar por ser um), ou pior, explicando-as.
Mas ainda assim é um bom livro. Talvez careça um pouco de estilo, mas é interessante ver como a Idade Média é fielmente retratada no livro.
Tivesse eu lido esse livro na minha época de escola, talvez não tivesse ficado de recuperação em História quando aprendi a Idade Média (e, o incrível, é que eu tinha interesse na matéria)...
E respondendo a alguns que me escreveram, a Old Speckled Hen (e nao "Od", como eu escrevi) é uma ale inglesa muito boa que eu sempre tomo no Elephant's Nest (sim, batizado por causa do livro), um pub de estilo britânico que fica em Fushimi, Nagoya, e que é um dos poucos lugares por aqui em que se pode desfrutar de uma cerveja de boa qualidade. Destaque para os seus chopps (a Old Speckled Hen é um deles) e para o fish and chips.
Cheers!
Sobre o mergulho? Foi bacana. Choveu no dia, a água estava gelada (14 graus centígrados! Quase congelei...), a vegetação marinha atrapalhou, a fauna marinha era pouca (exceto, talvez, se se considerar as água-vivas), mas ainda assim, foi duca!
A sensação de respirar embaixo d'água é única. É coisa fora de série olhar pra cima e ver um "bando" de peixes e um mundarel de água sem fim.
Mas não é perigoso? Não rola aquele lance de nitrogênio no sangue, no corpo? Sim, sim. Mas como dizia o poeta, vale a pena! Deus ao mar o perigo e o abismo deu, mas nele é que espelhou o céu...
E eu terminei Anansi Boys. Não é o melhor do Gaiman. Pelo contrário, achei que faltou algo em alguns personagens, que algumas tramas paralelas foram esquecidas, e que o final foi amarrado na força. Mas ainda assim, é um bom livro, nem que seja só pelo estilo do Neil Gaiman.
Na seqüência, comecei A Catedral do Mar, romance de estréia do espanhol Ildefonso Falcones de Sierra. É um bom livro, retrata muito bem o final da Idade Média, percebe-se que o autor se esforçou bastante e que fez uma extensa pesquisa para escrever o livro. Mas pegar este livro saindo de um Neil Gaiman é um contraste grande. Falta "paixão" nos personagens, a trama dá pulos temporais gigantescos, pouca coisa é explicada, e tudo segue um ritmo, até agora, excessivamente cadenciado (tal qual uma melodia medieval, de poucos acordes, notas previsíveis, escala limitada e tocada em compassos milimetricamente marcados).
Há passagens desnecessárias, como certas falas de personagens arrolando todas as leis da vassalagem (coisa de advogado - e eu me permito criticar por ser um), ou pior, explicando-as.
Mas ainda assim é um bom livro. Talvez careça um pouco de estilo, mas é interessante ver como a Idade Média é fielmente retratada no livro.
Tivesse eu lido esse livro na minha época de escola, talvez não tivesse ficado de recuperação em História quando aprendi a Idade Média (e, o incrível, é que eu tinha interesse na matéria)...
E respondendo a alguns que me escreveram, a Old Speckled Hen (e nao "Od", como eu escrevi) é uma ale inglesa muito boa que eu sempre tomo no Elephant's Nest (sim, batizado por causa do livro), um pub de estilo britânico que fica em Fushimi, Nagoya, e que é um dos poucos lugares por aqui em que se pode desfrutar de uma cerveja de boa qualidade. Destaque para os seus chopps (a Old Speckled Hen é um deles) e para o fish and chips.
Cheers!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Brief post
Hey, mates!
Estou levemente não muito apto para escrever, então apenas passando para comentar quão maravilhosa é uma draft Od Speckled Hen, e que eu fiz meu batismo no mar sábado passado.
Mergulhei pela primeira vez em águas abertas em Fukui.
A água estava fria, extremamente fria. Também estava infestada de pequenas água-vivas (a maioria, já moribunda). E havia um irritante excesso de vegetação marinha.
Mais tarde, quando eu estiver melhor, escreverei mais.
So long and thanks for all the fish and chips.
Estou levemente não muito apto para escrever, então apenas passando para comentar quão maravilhosa é uma draft Od Speckled Hen, e que eu fiz meu batismo no mar sábado passado.
Mergulhei pela primeira vez em águas abertas em Fukui.
A água estava fria, extremamente fria. Também estava infestada de pequenas água-vivas (a maioria, já moribunda). E havia um irritante excesso de vegetação marinha.
Mais tarde, quando eu estiver melhor, escreverei mais.
So long and thanks for all the fish and chips.
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