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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

The Monty Python Channel on You Tube

Bem, o título é auto descritivo (perdoem-me, mas desde a reforma, não tenho mais certeza de como se escreve "auto descritivo").

Há algum tempo eu havia comentado sobre como alguns artistas vêm explorando novas mídias e veículos de distribuição da sua arte, e como a Internet, que até pouco tempo se mostrava uma grande inimiga por causa da pirataria, acabou se transformando em aliada.

Dessa vez foi o grupo Monty Python, um dos melhores grupos de humor na minha humilde opinião, que se lançou na Internet.

Aliás, vale assistir o vídeo de apresentação do canal dos caras, onde se comenta exatamente isso. Eles começam dizendo que "por três anos, vocês têm nos roubado, colocando dezenas de milhares dos nossos vídeos no You Tube", mas logo anunciam que "sendo os caras bacanas que nós somos, encontramos um jeito melhor de conseguirmos o que é nosso: nós lançamos nosso próprio canal Monty Python no You Tube".

O canal promete oferecer, de graça, vários vídeos em qualidade superior àqueles que já vinham sendo colocados no You Tube. A coisa agora não só é melhor e de graça, como também é oficial! E alguns vídeos já estão disponíveis!

Para ver, visitem o canal: http://www.youtube.com/MontyPython

Agora chega de fazer propaganda de graça pros outros.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Yes, we'll see (ou como eu acabei parecendo um Will.I.Am fanboy)

Acho que já é seguro comentar a eleição presidencial norte americana sem correr riscos de se fazer propaganda política (ainda que, sim, eu simpatizava a campanha do Obama).

Ele ganhou. O 44o. presidente estadunidense é um negro democrata que prometeu mudanças. Vamos ver quais serão e torcer que sejam para melhor.

De qualquer forma, parabéns, Obama. Boa sorte, e que você faça por merecer.




E caso alguém esteja interessado no discurso/letra do vídeo acima:
(eu não sou fanboy do Will.I.Am, mas gostei do discurso e da música)

It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation.
Yes we can.

It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom.

Yes we can.

It was sung by immigrants as they struck out from distant shores

and pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness.

Yes we can.

It was the call of workers who organized;

women who reached for the ballots;

a President who chose the moon as our new frontier;

and a King who took us to the mountain-top and pointed the way to the Promised Land.

Yes we can to justice and equality.

Yes we can to opportunity and prosperity.

Yes we can heal this nation.

Yes we can repair this world.

Yes we can.

We know the battle ahead will be long,

but always remember that no matter what obstacles stand in our way,

nothing can stand in the way of the power of millions of voices calling for change.

We have been told we cannot do this by a chorus of cynics who will only grow louder and more dissonant.
We’ve been asked to pause for a reality check.

We’ve been warned against offering the people of this nation false hope.

But in the unlikely story that is America, there has never been anything false about hope.

The hopes of the little girl who goes to a crumbling school in Dillon are the same as the dreams of the boy who learns on the streets of LA;

we will remember that there is something happening in America;

that we are not as divided as our politics suggests;

that we are one people;

we are one nation;

and together, we will begin the next great chapter in America’s story with three words that will ring from coast to coast,
from sea to shining sea: yes, we can.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Título com Trocadilho Legal

Eu sei que eu ia escrever algo neste post além do que eu já vou escrever. Isso, inclusive, tinha me dado a idéia de batizar o post com esse trocadilho.

O problema é que eu simplesmente esqueci o que eu ia escrever. Claro que ajuda bastante lembrar o título do post, de forma que, à partir dele, aquilo que eu ia escrever acabaria vindo naturalmente depois... Mas eu também esqueci o título!

Isso tudo porque eu resolvi deixar o post pra depois (verdade, alguns dias depois). Fico muito mordido de raiva quando isso acontece: você tem uma idéia legal, um nome legal, até pensa em algumas linhas e frases bacanas... Mas quando resolve pegar a caneta e colocar a ponta no papel - "puf!" e a idéia se foi...

Isso acontece com bastante freqüência comigo. Talvez minhas professoras da infância estivessem certas sobre eu ser um menino muito disperso e com problemas de concentração. Só que eu esperava que isso passasse com a idade!

A verdade é que é ruim deixar certas coisas pra depois (ainda que seja muito bom deixar certas coisas pra depois... Ainda que eu não consiga pensar em nenhuma a não presentes de Natal). Por isso que eu comprei um Moleskine outro dia. É um caderninho charmoso, Dr. Henry Jones tinha um. Capa de couro, cheio de tradição por trás da marca e que o Google com certeza pode apontar muito mais detalhes do que eu. No final, acabei ficando com dó de gastar o Moleskine e mal usei, mas esse não é o ponto da questão...

O fato é que eu finalmente tinha algo pra falar, mas agora não tenho mais. Claro, deve haver uma lição moral por trás disso tudo...

Meu Moleskine


Recebi outro dia o link para uma página cujo conteúdo principal era o vídeo abaixo.

É uma página da Peta, então não sei até onde acreditar e/ou confiar. Acho que eles são um tanto quanto radicais, e eu não concordo muito com eles em alguns (muitos) pontos.

Dizem tratar-se de uma fazenda de peles de animais da China. Se você tiver estômago para ver o vídeo (e eu não o recomendo se você for um pouco sensível ou se emocionar facilmente), vai perceber que há um tanto de sadismo e crueldade no tratamento desses animais.

Não sou vegetariano, vegan, ou o que seja, ainda que os respeite muito. Não levo jeito pra coisa, acho. Eu gosto muito de comer carne, proteína, e derivados de qualquer coisa que um dia foi um ser vivo (aliás, os vegetais também foram seres vivos um dia, certo?).

Porém eu gosto que a minha comida seja bem tratada. Não gostaria que nenhum ser vivo, qualquer que fosse a finalidade de sua vida, sofresse as crueldades mostradas nesse vídeo.

Aliás, exatamente em razão da própria finalidade da vida dos animais que nos alimentam e nos vestem, acho que uma morte digna seria o mínimo de respeito que eles merecem.

Claro, essa é só a minha opinião. O site ainda pede pra que se assine um abaixo-assinado, oferece formas de doação de dinheiro, e sugere que as pessoas evitem usar a moda derivada de peles de animais.

Das três opções, eu fiquei só com a última.